COMPLEXO MAGAZINE.pt - Revista Digital Cientistas determinam posição sexual mais perigosa

Cientistas determinam posição sexual mais perigosa

Teresa Brito

Seja por curiosidade ou precaução, vai com certeza querer saber qual é.

 

A atividade sexual é diferente para todas as pessoas e casais. Uns preferem fazer as coisas de forma simples, outros preferem ser ousados e até acrobáticos. Uns são silenciosos e outros barulhentos. No entanto, se não quer ter de se preocupar em saber se o grunhido do seu parceiro é de prazer, esforço ou de dor, vai querer ler este artigo – particularmente se tem pretensões acrobáticas.

Cientistas determinam posição sexual mais perigosa

Cientistas brasileiros, que por alguma razão sentem algum fascínio pelas lesões provocadas por atos sexuais mais aventureiros decidiram investigar estes acontecimentos, e dizem ter determinado a forma e posição em que é mais provável ocorrerem lesões durante o ato, como por exemplo, fraturas do pénis.

A boa, ou talvez má notícia, é que este estudo apenas se refere mesmo a este tipo de lesão. No entanto, existe um senão – a maioria destas lesões, só e apenas 50%, acontecem quando a mulher está no topo.

Se esta é a sua posição preferida, talvez seja mesmo melhor deixar de ler agora – e esconder este artigo do seu parceiro. No entanto, se quer saber como eles chegaram a esta conclusão, aqui vai: quando a mulher está em cima, ela controla todo o movimento, apoiando-se no pénis ereto do parceiro. Enquanto a mulher sente uma dor mínima se algo corre mal, os danos para o homem são mais graves, mas ela não é capaz de parar o ato. Pelo contrário, quando o homem tem o controlo, também tem mais facilidade em parar o ato ao sentir a dor.

A boa notícia é que apenas dois dos 44 homens envolvidos neste estudo sofreram danos a longo prazo, nomeadamente disfunção erétil. No entanto, a moral da história continua a ser que é mais seguro proceder ao ato ‘á moda antiga’ – ou seja, na posição de missionário.

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