Cientistas determinam posição sexual mais perigosa
22 Jan, 2015
Seja por curiosidade ou precaução, vai com certeza querer saber qual é.
A atividade sexual é diferente para todas as pessoas e casais. Uns preferem fazer as coisas de forma simples, outros preferem ser ousados e até acrobáticos. Uns são silenciosos e outros barulhentos. No entanto, se não quer ter de se preocupar em saber se o grunhido do seu parceiro é de prazer, esforço ou de dor, vai querer ler este artigo – particularmente se tem pretensões acrobáticas.
Cientistas brasileiros, que por alguma razão sentem algum fascínio pelas lesões provocadas por atos sexuais mais aventureiros decidiram investigar estes acontecimentos, e dizem ter determinado a forma e posição em que é mais provável ocorrerem lesões durante o ato, como por exemplo, fraturas do pénis.
A boa, ou talvez má notícia, é que este estudo apenas se refere mesmo a este tipo de lesão. No entanto, existe um senão – a maioria destas lesões, só e apenas 50%, acontecem quando a mulher está no topo.
Se esta é a sua posição preferida, talvez seja mesmo melhor deixar de ler agora – e esconder este artigo do seu parceiro. No entanto, se quer saber como eles chegaram a esta conclusão, aqui vai: quando a mulher está em cima, ela controla todo o movimento, apoiando-se no pénis ereto do parceiro. Enquanto a mulher sente uma dor mínima se algo corre mal, os danos para o homem são mais graves, mas ela não é capaz de parar o ato. Pelo contrário, quando o homem tem o controlo, também tem mais facilidade em parar o ato ao sentir a dor.
A boa notícia é que apenas dois dos 44 homens envolvidos neste estudo sofreram danos a longo prazo, nomeadamente disfunção erétil. No entanto, a moral da história continua a ser que é mais seguro proceder ao ato ‘á moda antiga’ – ou seja, na posição de missionário.


