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A rainha de Inglaterra pode estar na falência

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A Corte Inglesa pode estar na falência

A rainha de Inglaterra pode estar na falência, e pode não ter dinheiro para preservar o seu palácio.

 

A rainha de Inglaterra pode estar na falência, com as suas finanças na fasquia mais baixa de sempre, tendo apenas um milhão de libras em reserva. Os Conselheiros da rainha terão de aceitar umas dicas de poupança do departamento do Tesouro Inglês.

Um relatório do comité de contas públicas pôs a descoberto que os conselheiros da Rainha estão a falhar no que toca ao controlo das suas finanças enquanto os palácios reais estão a ‘ruir’. O Ministério Público expôs os gastos dos conselheiros de Sua Majestade e demonstrou que estes gastaram com tanto à-vontade que o fundo de reserva de 35 milhões de libras está agora resumido a apenas um milhão das mesmas.

A Corte Inglesa pode estar na falência

Embora tenha havido poupanças pouco acima dos 5% ao longo dos últimos cinco anos o Ministério Público terá dito que o Departamento do Tesouro deverá ‘tomar o controlo’ e deverá ajudar a proteger os palácios reais de “mais danos e deterioração”.

Margaret Hodge afirmou que ‘acreditamos que o Departamento do Tesouro tem o dever de se envolver ativamente nas revisões dos planos financeiros, no entanto esta revisão não terá sido feita’.

O Palácio de Buckingham e o Castelo de Windsor estão na lista como os próximos edifícios a precisar de reparações urgentemente visto que o staff do castelo terá de apanhar a chuva em baldes para proteger as antiguidades e artes que existem no seu interior, enquanto as contas de aquecimento da rainha chegam a ultrapassar as 744.000 libras.

A Corte Inglesa pode estar na falência

‘A família real tem de ser mais controlo no que toca aos seus planos para a manutenção que necessita de ser feita. As que já foram feitas ainda nem sequer foram suficientes para trazer os edifícios a uma condição aceitável. Mais uma vez o Departamento do Tesouro fez vista grossa neste facto’, acrescentou Margaret Hodge.

Em 2012 um representante do Palácio de Buckingham terá afirmado que a reparação dos palácios reais era de ‘uma prioridade significante’ e que ‘os fundos públicos seriam usados para tal’.