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Atitudes das mulheres perante o Sexo

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Será que o sexo continua tão escaldante aos 40 como é aos 20? Quatro estrelas britânicas partilham as suas experiências de como as atitudes das mulheres perante o sexo mudam (ou não), à medida que o tempo passa dos 20 para os 60.

Atitudes das mulheres perante o Sexo
Maria Fowler (26)

Para Maria Fowler (26), antiga protagonista  de The Only Way is Essex (série britânica vencedora pelo menos um BAFTA), os 20 anos devem ser, para as mulheres,  uma altura de liberdade  e de confiança sexual. Apesar de nunca ter tido um caso de uma noite (as one-night stand), admite que há várias raparigas que as têm… Aliás, na opinião de Maria, as raparigas na casa dos vinte anos, são tão culpadas quanto os homens nas traições e ao “dormirem por aí”, apenas não o expressam tanto como o sexo masculino.

“As raparigas nos seus late teens podem ter encontros e relações de uma noite para terem a atenção dos homens, mas as mulheres na casa dos 20 anos que o fazem, fazem-no porque gostam e porque são sexualmente confiantes”, afirma numa entrevista, acrescentando que se a mulher tem esta tendência, é melhor aproveitar antes de assentar numa relação séria e com futuro.

A atriz britânica acrescenta que à medida que se caminha para os 30’s, as mulheres tendem a saber melhor o que querem numa relação e que se tornam mais confiantes relativamente aos seus corpos, ao repararem que os homens preferem uma mulher confiante e com curvas do que uma rapariga magra e sem forma. “Aliás, começas a pensar, “Esta sou eu. Se não gostas, não precisas de olhar”.

À medida que as mulheres passam a ganhar cada vez mais controlo sobre as suas vidas sexuais e leem abertamente “As Cinquenta Sombras de Grey”, passam a controlar o “jogo” das relações e do sexo.

Atitudes das mulheres perante o Sexo
Jodie Marsh (34)

Jodie Marsh (34), antiga modelo e agora bodybuilder, realça que se tornou mais confiante depois de ter começado a praticar bodybuilding, no dia em que fez 30 anos. Transformar o seu corpo e colocá-lo em forma fez com que a sua confiança atingisse níveis que nunca tinha alcançado, o que teve consequências muito positivas para a sua vida sexual. Se antes Jodie não conseguia suportar a ideia de ter relações sexuais de luz acesa ou de se despir à frente de alguém, agora admite que se sente muito mais à vontade.  A sua boa forma física ajudou-a a ganhar confiança dentro das quatro paredes.

Um aspeto importante para a ex-modelo é a questão do controlo que passou a deter, o que tornou o sexo melhor do que alguma vez tinha sido. Contudo, esta nova confiança amedrontou alguns homens, admite: “Eles sentiam-se intimidados e não gostavam do facto de eu querer assumir a liderança – alguns acham isso assustador”.

 

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Ulrika Jonsson (45)

Ulrika Jonsson (45), apresentadora de televisão, afirma que entrar na casa dos 40 foi fantástico, já que ainda se sente cheia de vida e vitalidade com o benefício de ter uma maturidade e auto-confiança que não tinha aos 20 anos. Aos 40 anos, segundo a apresentadora, as mulheres entram numa fase da sua vida sexual totalmente diferente daquela que se vive aos vinte anos, sendo que o melhor é a experiência que se ganhou graças à idade.

“Aos vinte e aos trinta, gastamos o nosso tempo em tornar tudo perfeito – usamos as velas, preparamos o ambiente e procurámos a lingerie provocadora perfeita… Mas à medida que envelhecemos, temos que lidar com novas responsabilidades, como a maternidade. Como o tempo disponível vai diminuindo, é preciso que as mulheres se tornem mais inventivas, criativas e até intensas”, afirma a apresentadora com quatro filhos.

A apresentadora refere ainda o papel que a publicação das “Cinquenta Sombras de Grey” teve em “desbloquear” algo em muitas mulheres, ao lhes dar permissão, de alguma forma, para terem uma vida sexual picante e gratificante.

Atitudes das mulheres perante o Sexo
Jenny Eclair (52)

Jenny Eclair (52), comediante, define a vida sexual nos 50 como “fazer os seus próprios bolos – sabemos que devemos fazê-los, mas não temos a certeza se nos queremos aborrecer com isso”. A verdade é que, para a comediante, para cada mulher nos seus cinquenta, existe uma outra dentro do quarto com um apetite voraz, apesar de o humor e vontade para ter relações variar de um extremo para o outro (tendo em conta o humor, peso e sentido de oportunidade).

Um dos maiores problemas das mulheres que já estão dentro dos cinquenta anos é a menopausa, que desregula as hormonas femininas e a própria idade da mulher: é difícil para uma mulher com cinquenta e qualquer coisa sentir-se sexualmente atrativa, especialmente quando se vê ao espelho com “o que parece ser roupa interior da antiguidade”.

Jenny tem uma teoria, afirmando que as jovens mais promiscuas, normalmente cansam-se das relações sexuais quando chegam aos cinquenta anos e, por isso, as meninas “bem comportadas” têm vontade de ter uma vida sexualmente ativa até terem 80 anos, dizendo que um dos truques  pode ser “racionalizar” os encontros sexuais ao longo da vida da mulher.

Como comediante que é, Jenny olha para a temática com alguma graça, afirmando que ‘se há algo positivo em ter cinquenta é a experiência e que esta tem algum valor…’ e que ‘a melhor coisa de ir para a cama com um homem mais velho é que ele ao menos tem uma ideia vaga do que está a fazer – especialmente quando as cataratas começam a aparecer’.