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GAT oferece preservativos às prisões

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O Grupo de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/Sida (GAT), lembra que as prisões não possuem sistema de distribuição de preservativos.

 

As prisões ficaram esquecidas pelo Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infeção VIH/Sida, uma vez que estas não possuem um sistema de distribuição de preservativos. Foi o que a GAT fez questão de recordar, durante o dia de hoje.

Pelo que foi apurado a maior parte das instituições prisionais não tem acesso a este método contracetivo. Tornando-se, deste modo, urgente a toma de medidas por parte de alguém responsável, para que esta situação não se prolongue por muito mais tempo.

Luís Mendão, presidente da GAT, defende que a responsabilidade seja concedida ao Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infeção VIH/Sida. Uma vez que esta tinha a função de distribuir seringas e preservativos para entidades não incluídas no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

GAT oferece preservativos ás prisões

O médico António Diniz, presidente do Programa desde o mês passado, defende-se deste ataque, esclarecendo que as prisões não faziam parte do programa. Desconhecendo quais seriam as entidades responsáveis por estas instituições. A sua responsabilidade recai para organizações como escolas e universidades.

Toda esta controvérsia surgiu, segundo Luís Mendão, quando as prisões foram incluídas no Sistema Nacional de Saúde (SNS). Não havendo portanto uma transferência de competências ideal.

Atualmente, a GAT tenta oferecer preservativos e seringas às prisões, no entanto, como é uma Organização Não Governamental, dependerá sempre da vontade da direção destas instituições. Já que, não pode infundir a sua aprovação em recebe-los, mas apenas propor.