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Não é pecado ser bonito

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Não é pecado ser bonito

Georg Ganswein, que surge na capa da Vanity Fair Italia na edição publicada hoje (quarta-feira), nasceu em Julho de 1956 na Alemanha e é visto como um “George Clooney” italiano… Não seria isto notícia, não fosse o facto de Georg ter decidido seguir a vida religiosa aos 18 anos e ter sido ordenado padre em 1986.

Não é pecado ser bonitoAos 56 anos, Monsenhor Georg Ganswein, secretário pessoal do Papa Bento XVI, é a capa da edição de Janeiro da VanityFair Italia, com direito a reportagem nas páginas centrais da revista. Desde 2005, data em que se tornou no secretário pessoal de Bento XVI, que  Georg chamou à atenção graças ao seu aspecto físico, sendo rebaptizado na opinião pública como o “George Clooney do Vaticano”. Ao arcebispo foi dada honras de capa, num reconhecimento da Vanity Fair italiana pela sua promoção a Arcebispo no início do mês e pela sua crescente influência, como responsável pelas reuniões e calendário do Papa.

Georg, que não foi entrevistado para o artigo da Vanity Fair, afirma, relativamente aos comentários ao seu aspecto físico que, no início fingia que não os ouvia e que com o tempo se foi habituando. Acrescenta ainda que não vê com maus olhos a imagem que os meios de comunicação social italianos veiculam dele, até porque se sente “lisonjeado e que deste modo se pode destruir alguns dos clichés à volta dos sacerdotes”. Admite que recebeu algumas cartas de amor, mas que nunca teve nenhuma namorada antes de entrar para a vida religiosa, “apenas amizades românticas na juventude”.

Antes de entrar no seminário, no tempo em que ainda tinha longos caracóis e ouvia Beatles e Pink Floid, Georg foi carteiro, futebolista e instrutor de esqui (modalidade que ainda pratica).

“Afinal não é pecado ser-se bonito”, como ele próprio diz.

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