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O som alternativo dos Dead Can Dance invade Coliseu dos Recreios

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Dead Can Dance

A banda apresenta-se em Lisboa num concerto há muito esgotado, depois segue até ao Porto.

 

Os Dead Can Dance são uma dupla composta pela australiana Lisa Gerrard e pelo inglês Brendan Perry, outrora marido e mulher, atualmente separados, mas que continuam a trabalhar juntos neste projeto que em Portugal reúne um vasto grupo de fãs.  Definir o seu som pode tornar-se um quebra cabeças, mas segundo os entendidos o  género musical da banda caracteriza-se por um conjunto de estilos, destacando-se o chamado ‘darkwave’, uma fusão de  world music, música medieval e da Renascença europeia. Ora tudo isto junto é como se ao escutar o seu som se efetua-se uma viagem uma pouco transcendental, em que nos deixamos envolver pelo som transportado para um mundo pertencente aos Dead Can Dance.

Esta banda formou-se inicialmente em 1981 em Melbourne, Austrália e contava no inicio com mais membros que se perderam ao longo dos anos ficando reduzida a esta dupla centrada essencialmente nos vocalistas. Com cerca de nove álbuns, trazem a Portugal e ao enigmático Coliseu dos Recreios esta terça feira por voltas das 20:30, o seu ultimo álbum ‘Anastasis’ editado em Agosto de 2012 com alguns dos temas mais memoráveis e representativos de toda a carreira. Após 16 anos sem trabalho original gravado, os eternos ‘sonhadores da pop’ apresentam-se pela segunda vez em Portugal num concerto há muito esgotado o que poderá antever um regresso. Não andavam na estrada há sete anos e, apesar de terem 31 anos de carreira só recentemente fizeram as maravilhas dos seus fãs portugueses, Depois desta atuação na capital portuguesa, rumam até à cidade Invicta (Porto) dois dias depois, numa apresentação no Parque da Cidade do Porto, integrada na segunda edição do Optimus Primavera Sound.O som alternativo dos Dead Can Dance invade Coliseu dos Recreios

Em digressão mundial desde agosto de 2012, com salas esgotadas pelos quatro continentes que já visitaram, e numa altura em que está para arrancar o segundo périplo europeu da mesma, que tem como grande propósito a apresentação de ‘Anastasis’, o álbum que trouxe o duo de novo aos escaparates, após um interregno de 16 anos e ainda um futuro incerto pois recorde-se que Gerrard e Perry ambos apostaram em carreiras a solo.