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Simon Cowell criticado por apoiar exército Israelita

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Simon Cowell criticado por apoiar exército Israelita

Cowell fez uma doação generosa numa angariação de fundos e é agora atacado nas redes sociais.

 

As primeiras páginas dos media britânicos não parecem querer largar Simon Cowell esta semana. Primeiro, o empresário do mundo da música viu-se envolvido num escândalo sobre a sua sexualidade, durante o julgamento de uma colega do ‘Factor X’ britânico por tráfico de drogas, tendo os seus representantes sido forçados a negar as afirmações de que era gay, dizendo que ‘se fosse não teria problemas em dize-lo’.

Simon Cowell criticado por apoiar exército Israelita

Agora, Cowell foi arrastado para o conflito entre israelitas e palestinianos na Faixa de Gaza, depois de vários utilizadores do Twitter terem descoberto que tinha feito uma doação de $150.000 para uma organização que apoia o exército israelita dando aos soldados ‘amor, apoio e cuidados para ajudar a aliviar o fardo que carregam pela comunidade judaica em todo o mundo’.

Furiosos, populares pro-Palestina começaram a enviar fotografias de crianças palestinianas mortas no conflito ao magnata de 54 anos de idade, acompanhadas de mensagens como ‘agora tens sangue nas tuas mãos e ‘nem precisas de ir a Israel para ver onde gastam o teu dinheiro, basta veres as notícias’, referindo-se á sua doação, e chegando até a acusá-lo de fazer parte de um ‘complô Sionista’ e de receber ordens dos ‘mestres em Telavive’.

Apesar de estas serem reacções bastantes fortes, que ilustram bem a forma como as posições se estão extremar em relação a este conflito, Cowell, que adotou a fé judaica da sua avó paterna, uma refugiada judia polaca, depois de ter começado a sua relação com Lauren Silverman, com quem tem um filho, também ela judia, não é a primeira celebridade a ser criticada nas redes sociais por causa do conflito israelo-árabe.

Também Kim Kardashian e Rihanna foram alvo de pequenas ‘perseguições’ depois de expressarem uma posição a favor de um lados do conflito, tendo sido a primeira forçada a fazer um comunicado no seu site, e a segunda a retirar o tweet em questão e afirmar que tinham enviado o tweet da sua conta, mas que não tinha sido ela.