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Uma explosão de cor para sair do cinzentismo

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Uma explosão de cor para sair do cinzentismo

Bem-estar, descontração, exercício físico, saúde e felicidade são alguns dos benefícios que o “The Color Run” proporciona.

 

O conceito nasceu nos Estados Unidos da América há um ano e meio e tem feito sucesso: cinco quilómetros de corrida colorida, sorridente e sem cronómetro. Portugal é o primeiro país da Europa a fazer uma “The Color Run”. A partida já passou por Matosinhos, Coimbra e agora Braga.

Durante umas horas não importou a crise. Doze mil pessoas não quiseram perder este sábado, 15 de junho, a possibilidade de percorrer os “cinco quilómetros mais felizes do planeta”.

Uma explosão de cor para sair do cinzentismo

Na terceira The Color Run europeia houve de tudo: quem corresse, quem caminhasse, quem até apenas rastejasse. “Estou aqui pela festa, alegria, esquecer os problemas e dar o máximo por Portugal”, disse Sandra Sousa, de Lousada.

“O The Color Run tem como mote trazer a cor à vida cinzenta, fazer um dia diferente que fique na memória e que fuja da rotina. É uma prática de vida saudável, fazer uma vida ativa com a corrida ou caminhada, vivido com muita descontração. Claro que não é este evento em particular que vai melhorar a saúde, mas desperta as pessoas para um estilo de vida saudável. Neste evento não se vende bebidas alcoólicas nem tabaco, não sendo possível fumar ou consumir álcool. Não conseguimos em 100 por cento, mas deixamos a nossa mensagem de uma vida saudável”, referiu Miguel Picão, responsável de Operações do evento.

“Toda a gente parte para a corrida com uma t-shirt branca, imaculada, que será colorida ao longo dos cinco quilómetros”, explicou Jorge Azevedo, promotor da The Color Run em Portugal, à Complexo Magazine.

Ao longo do percurso, e a cada quilómetro cumprido, os participantes foram pulverizados com uma cor, sendo que cada quilómetro está associado a uma cor – amarelo, laranja, azul e cor-de-rosa – que foi pulverizada sobre os corredores pelos Bombeiros Voluntários de Braga e pelo staff da prova.

Uma explosão de cor para sair do cinzentismo

“É uma corrida sorridente, sem cronómetro, nem tempo. Nem é bem uma corrida, é uma festa, afirmou o promotor.

Começar a pensar na meta não é o objetivo, mas que todos os “runners” desfrutem das pulverizações de cores com que, a cada quilómetro, se é brindado, para que, no fim, já como verdadeiros “arcos-íris” humanos, todos comparem pinturas e convivam ao som da música que não faltou.

A The Color Run na cidade bracarense teve uma “aceitação excelente” e “tornou-se viral nas redes sociais”, disse Miguel Picão. Agora, resta-nos aguardar pela próxima oportunidade, a realizar-se em Lisboa no dia 6 de julho.