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A importância do amor-próprio

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A importância do amor-próprio

Gostar de si não é egoísmo e é essencial para o seu equilíbrio.

 

Muitas pessoas acreditam que por se preocuparem consigo mesmas e se colocarem no topo das prioridades significa que são egoístas, autocentradas, egocêntricas e convencidas, mas a verdade é que não significa que uma pessoa passará por cima de todos para atingir os seus objectivos apenas porque tem amor-próprio e autoestima elevada. Gostarmos de nós não significa que apenas nos preocupemos connosco e olhemos para o nosso umbigo e, muito menos, que passemos a vida focados em satisfazer os nossos desejos.

É importante ter consciência de que o facto de se ter autoestima não significa gostar de si próprio 24 horas por dia, pois todos nós temos momentos de arrependimento, revolta e em que nos apercebemos que erramos. No fundo, não é a ausência de angústias que determina que uma pessoa tem autoestima elevada e amor-próprio, mas sim a sua capacidade de sair desse estado de ansiedade, uma vez que, quando gostamos de nós, aprendemos a relativizar e a gerir melhor os momentos de desespero, mas isso não significa que esses desapareçam completamente.

Há quem diga que o amor-próprio é a melhor forma de amor e, sem dúvida, este não revela egocentrismo nem que a pessoa é individualista. Há que entender que se você não for a pessoa de quem mais gosta no mundo, não poderá gostar de mais ninguém de modo saudável, pois, se amar alguém mais do que se ama a si mesmo, estará a colocar-se a si e ao seu bem-estar em segundo plano, algo que nunca deve acontecer.

A importância do amor-próprio

O amor-próprio exige que sejamos justos, capazes de reconhecer os nossos erros e corrigi-los e capazes de identificar as dificuldades e agir de modo a ultrapassá-las. Quando gostamos de nós temos a capacidade de:

  • Terminar uma relação quando a pessoa com quem estamos é violenta (física ou emocionalmente);
  • Mover recursos para progredir na carreira em vez de nos acomodarmos a situações que nos desvalorizam;
  • Reivindicar as nossas necessidades afetivas;
  • Pedir ajuda quando não somos capazes de resolver os problemas sozinhos;
  • Exteriorizar a tristeza;
  • Implementar mudanças que contribuam para a nossa saúde física e emocional.

Devemos procurar o equilíbrio nas nossas vidas em diversas áreas e o amor não é exceção, pois, quando exageramos no modo como agimos e nas coisas que fazemos, seja negativa ou positivamente, as consequências nunca são agradáveis.

Pense em si primeiro…Em si e no seu bem-estar.

 

Fontes:

  • Cláudia Morais – “Amor-próprio”
  • Guia Dicas – “A Importância do Amor Próprio”

1 COMENTÁRIO

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