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Natalie Portman critica ideia de feminismo em Hollywood

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Natalie Portman critica ideia de feminismo em Hollywood

Na edição de novembro da revista Elle do Reino Unido, Natalie Portman critica os papeis considerados feministas em Hollywood.

A atriz Natalie Portman, vencedora de um Oscar pelo filme ‘O Cisne Negro’, acredita que Hollywood tem uma visão errada do que é um papel feminista, chegando a chamar-lhe mesmo machista.

Em entrevista à edição de novembro da revista Elle do Reino Unido, conduzida por Tom Hiddlestone, com quem contracena no novo filme da saga ‘Thor’, Portman diz que ‘a falácia em Hollywood se estamos a fazer uma história ‘feminista’ é que a mulher é forte e ganha e isso não é feminista’, explicando que ‘um filme pode ser feminista se mostrar uma pessoa real e vulnerável com quem podemos simpatizar’.

Natalie Portman critica ideia de feminismo em Hollywood

A atriz, que interpretou já várias vezes mulheres fortes no grande ecrã, e deverá voltar a fazê-lo no novo filme de ‘Thor’, proclama ainda que quer que ‘todas as versões dos homens e mulheres sejam possíveis. Que possam ser pais ou mães a tempo inteiro, ou pais e mães trabalhadores. Que possam ser o que quiserem sexualmente sem que lhes chamem nomes. Que possam ser fortes e fracos e felizes e tristes –  basicamente humanos’.

No entanto, a atriz, que revela que ‘Dança Comigo’ foi o filme que ‘mais vezes viu até hoje’ e que ‘não pode falar muito dele se não começa a chorar’, revela ainda que não consegue evitar ‘passar-se’ quando se senta ao lado de Jennifer Grey na sinagoga que ambas frequentam.

‘Quando ela chega,  sabe que me vou ‘atirar’ a ela. Gostava de não ficar tão nervosa perto dela, mas não consigo evitar’, admite a estrela de 32 anos.

Natalie Portman critica ideia de feminismo em Hollywood

Mais surpreendente talvez seja a posição da discreta atriz sobre as redes sociais. Natalie revela que os efeitos sobre as novas gerações que crescem sob o signo dos novos media a preocupa, porque ela mesma sentiu os efeitos da facilidade em ‘documentar vidas’ que os novos meios proporcionam, chegando a afirmar que se tornou mais ‘consciente da maneira como andava, falava e parecia’ porque ‘estava sempre a ver-se’.

A musa da casa Dior aparece na capa da revista, nas bancas em novembro, vestida por Versace.

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